1- Que relação se pode estabelece a Primeira e a Segunda Guerra Mundial?
R= Os Estados Unidos ficara neutros na primeira guerra mundial e só venderam mercadorias para os países Europeus que se destruíram na guerra, por causa disse os EUA saíram da guerra super ricos e produzindo muito (vendendo mercadorias para os países europeus que estavam destroçados).
Porém um dia a Europa se reconstruiu e os países europeus pararam de comprar dos EUA e passaram a produzir como não tinha mais para quem vender os EUA entraram em uma forte crise, a crise de 29 arrasou o mundo e provou que o capitalismo não era tão seguro quanto se imaginava.
Entretanto a Alemanha saiu da primeira guerra revoltada por que saiu perdendo e foi obrigada a assinar o tratado de Versalhes, adaptando assim a fascismo alemão (nazismo), e assim não preciso entrar em detalhes por que todos sabem que Hitler era um louco e ele foi o grande causador da 2ª guerra mundial.
2- Qual era a grande preocupação das potencias capitalistas nessa época? Porque adotaram uma política de apaziguamento com a Alemanha nazista?
Com o capitalismo americano atolado numa crise econômica de tal forma. Em grande parte, o governo federal [na época] empenhou-se. Tudo isto é inseparável do papel dos Estados Unidos enquanto potência... A situação não é comparável à de 1939-1941,A Alemanha rompeu completamente o Tratado de Versalhes que a proibia de investir na indústria bélica. Os países capitalistas acreditavam que feroz anticomunismo de Hitler seria conveniente, na medida em que atacavam diretamente o que eles mais temiam: o perigo soviético. Por isso também, a ascensão do nazifascismo foi tolerada: parecia ''um mal menor''.
3- Elabore um resumo dos principais acontecimentos que marcaram a agressiva política expansionista do Japão,da Itália e da Alemanha.
A Alemanha de Hitler tinha a política do "lebensraum", ou espaço vital, que permitiria a expansão do seu território para fazer face ao crescimento da raça superior que se disseminaria pelo mundo. A Itália, do bufão Mussolini, não tinha idéia de nada, era uma colonizadora falha que se afundou em mesquinharia e inveja frente à sua aliada germânica. O Japão, este sim, precisava de espaço para explorar riquezas que o seu minúsculo território não tinha mas que necessitava com urgência para sua sobrevivência. Grosso modo é isso aí....
A “Conferência do Führer” (novembro 1937). Em uma reunião com os generais alemães, Hitler decide conquistar a Europa Oriental como meio de garantir um “espaço vital” para a Alemanha, baseado no “direito natural que a raça superior alemã” possuía sobre seus vizinhos eslavos (Memorando Hossbach). Os alvos imediatos eram os países habitados por alemães, justificando a expansão em nome do nacionalismo germânico e da criação da Grande Alemanha: a Áustria, a região dos Sudetos (na Tchecoslováquia) e a Polônia Ocidental (incluindo a cidade de Danzig e o “corredor polonês” que separava a Prússia Oriental da maior parte da Alemanha). Posteriormente, as terras de maioria eslava também deveriam ser incorporadas como área de colonização alemã.
A Alemanha anexa os territórios germânicos na Europa Central (1938). Os nazistas austríacos assumiram o poder em Viena com apoio alemão. Logo em seguida Hitler invadiu e anexou a Áustria (o Anschluss, 13 março). Num plebiscito, a maioria dos austríacos concordou com a unificação. Em maio Hitler iniciou os preparativos para conquistar a Tchecoslováquia. O pretexto era anexar a região tcheca dos Sudetos, habitada por alemães. As pretensões de Hitler geraram uma grande tensão internacional com ameaça de uma guerra européia generalizada (a Tchecoslováquia era uma democracia - a única da Europa Oriental - aliada da França e Grã-Bretanha). A crise da Tchecoslováquia foi discutida na Conferência de Munique (29-30 setembro) entre a Alemanha (Hitler), Grã-Bretanha (Chamberlain), França (Daladier) e Itália (Mussolini). A Tchecoslováquia e a URSS não foram convidadas. Os britânicos e franceses, movidos pela política de apaziguamento, cederam os Sudetos à Alemanha, em troca do compromisso de Hitler de parar com o expansionismo alemão. A Tchecoslováquia foi abandonada pelos seus aliados e, sem ter como resistir, foi forçada a concordar com as pretensões da Alemanha nazista. Foi o triunfo de Hitler e do nacionalismo alemão. Sem guerra, ele conseguiu ampliar o território e a população da Alemanha anexando importantes regiões industriais.
O confronto Japão-URSS (1939). A Manchúria e o nordeste da China estavam ocupados pelo Japão, que também possuía interesses na Mongólia – país socialista sob proteção da URSS – e na Sibéria, território soviético. Em maio de 1939 ocorreu um confronto entre tropas japonesas e mongóis em Nomonhan, na fronteira entre a Manchúria e a Mongólia. A URSS interviu com seu exército e enfrentou os japoneses em grandes e violentas batalhas nas áreas fronteiriças. Os japoneses, com perdas muito superiores às soviéticas, foram derrotados. O Incidente de Nomonhan foi decisivo para o Japão desistir de tomar territórios da URSS e evitar um novo conflito com ela, preferindo concentrar-se na guerra contra a China e a fazer planos para dominar o Sudeste Asiático e o Pacífico enfrentando as potências ocidentais. Por sua vez, mesmo vitoriosa, a URSS ficou preocupada com novos confrontos na região e adotou uma política de evitar se envolver em uma guerra na Europa, um fator que acabaria levando-a a buscar um compromisso com a Alemanha nazista.
A crise de 1939. Em 1939, a Alemanha rompeu os acordos de Munique e, junto coma Itália, prosseguiu a expansão territorial na Europa Centro-Oriental. Em 15-16 março de 1939, com apoio de Hitler, a Eslováquia ficou independente (a secessão eslovaca) e a Alemanha invadiu a República Tcheca, que foi anexada ao Terceiro Reich com o nome de Protetorado Alemão da Boêmia e Moravia. Esse fato demonstrou o fracasso da política de apaziguamento. Grã-Bretanha e França protestaram, mas nada fizeram pela restauração da soberania tcheca. No dia 21 de março Hitler exigiu territórios da Polônia e ameaçou atacá-la. Os poloneses responderam que resistiriam a qualquer invasão alemã. No dia seguinte, 22, a Alemanha anexou a cidade portuária de Memel, na Lituânia. Assustadas com as agressões alemãs e decididas a dar um basta a Hitler, no dia 31 março Grã-Bretanha e França prometeram defender a Polônia. Em abril a Itália anexou a Albânia e em 22 de maio firmou com a Alemanha o “Pacto de Aço” – o Pacto de Amizade e Ajuda Mútua, tornando obrigatória a ajuda militar de um dos países ao lado daquele que entrasse em guerra.
O Pacto de Não-Agressão Germano-Soviético (agosto 1939). Depois que a Alemanha ameaçou tomar territórios da Polônia, em março de 1939, a Grã-Bretanha e a França garantiram a independência polonesa, mas para isso esperavam contar com a ajuda da URSS. Com efeito, assustado com o expansionismo nazista no Leste europeu, Stalin propôs em abril uma aliança com os britânicos e franceses. No início de agosto, URSS, Grã-Bretanha e França começaram a negociar uma aliança anti-alemã, uma espécie de nova “Tríplice Entente”. Contudo, as desconfianças mútuas e a resistência anglo-francesa em ceder territórios na Europa Oriental para a URSS em troca de seu apoio tornaram a aliança inviável. Nesse momento, Hitler agiu e conseguiu oferecer à Stalin o que ele mais desejava – garantias de segurança para a URSS e territórios na Europa Oriental. O resultado foi a assinatura, em 23 de agosto, do Pacto de Não Agressão Germano-Soviético, também conhecido como Acordo Ribbentrop- (nome dos ministros de relações exteriores da Alemanha e da URSS). Pelo pacto, a Alemanha se comprometia em não atacar a URSS e vice-versa. Numa cláusula secreta, Hitler e Stalin decidiram dividir a Europa Oriental, inclusive a Polônia, entre os dois países. A Alemanha reconheceria o direito da URSS dominar os países bálticos (Estônia. Letônia, Lituânia), a Finlândia e a Polônia Oriental. A URSS reconheceria a dominação alemã sobre a Polônia Ocidental. Grã-Bretanha e França teriam que defender sozinhas a Polônia.
A Alemanha invade a Polônia (setembro 1939). A Alemanha invadiu a Polônia na manhã de 1 de setembro sem uma declaração formal de guerra, sob a falsa alegação de que os poloneses tinham atacado o território alemão. Ao contrário dos episódios anteriores na Tchecoslováquia e em Memel, os poloneses ofereceram resistência armada e a Alemanha e Polônia entraram em guerra. A Grã-Bretanha e França lançaram, em 2 de setembro, um ultimato exigindo a retirada alemã. Hitler desprezou o ultimato e, no dia 3 de setembro, Grã-Bretanha e França declaram guerra à Alemanha. A Segunda Guerra Mundial começava na Europa.
R= Os Estados Unidos ficara neutros na primeira guerra mundial e só venderam mercadorias para os países Europeus que se destruíram na guerra, por causa disse os EUA saíram da guerra super ricos e produzindo muito (vendendo mercadorias para os países europeus que estavam destroçados).
Porém um dia a Europa se reconstruiu e os países europeus pararam de comprar dos EUA e passaram a produzir como não tinha mais para quem vender os EUA entraram em uma forte crise, a crise de 29 arrasou o mundo e provou que o capitalismo não era tão seguro quanto se imaginava.
Entretanto a Alemanha saiu da primeira guerra revoltada por que saiu perdendo e foi obrigada a assinar o tratado de Versalhes, adaptando assim a fascismo alemão (nazismo), e assim não preciso entrar em detalhes por que todos sabem que Hitler era um louco e ele foi o grande causador da 2ª guerra mundial.
2- Qual era a grande preocupação das potencias capitalistas nessa época? Porque adotaram uma política de apaziguamento com a Alemanha nazista?
Com o capitalismo americano atolado numa crise econômica de tal forma. Em grande parte, o governo federal [na época] empenhou-se. Tudo isto é inseparável do papel dos Estados Unidos enquanto potência... A situação não é comparável à de 1939-1941,A Alemanha rompeu completamente o Tratado de Versalhes que a proibia de investir na indústria bélica. Os países capitalistas acreditavam que feroz anticomunismo de Hitler seria conveniente, na medida em que atacavam diretamente o que eles mais temiam: o perigo soviético. Por isso também, a ascensão do nazifascismo foi tolerada: parecia ''um mal menor''.
3- Elabore um resumo dos principais acontecimentos que marcaram a agressiva política expansionista do Japão,da Itália e da Alemanha.
A Alemanha de Hitler tinha a política do "lebensraum", ou espaço vital, que permitiria a expansão do seu território para fazer face ao crescimento da raça superior que se disseminaria pelo mundo. A Itália, do bufão Mussolini, não tinha idéia de nada, era uma colonizadora falha que se afundou em mesquinharia e inveja frente à sua aliada germânica. O Japão, este sim, precisava de espaço para explorar riquezas que o seu minúsculo território não tinha mas que necessitava com urgência para sua sobrevivência. Grosso modo é isso aí....
A “Conferência do Führer” (novembro 1937). Em uma reunião com os generais alemães, Hitler decide conquistar a Europa Oriental como meio de garantir um “espaço vital” para a Alemanha, baseado no “direito natural que a raça superior alemã” possuía sobre seus vizinhos eslavos (Memorando Hossbach). Os alvos imediatos eram os países habitados por alemães, justificando a expansão em nome do nacionalismo germânico e da criação da Grande Alemanha: a Áustria, a região dos Sudetos (na Tchecoslováquia) e a Polônia Ocidental (incluindo a cidade de Danzig e o “corredor polonês” que separava a Prússia Oriental da maior parte da Alemanha). Posteriormente, as terras de maioria eslava também deveriam ser incorporadas como área de colonização alemã.
A Alemanha anexa os territórios germânicos na Europa Central (1938). Os nazistas austríacos assumiram o poder em Viena com apoio alemão. Logo em seguida Hitler invadiu e anexou a Áustria (o Anschluss, 13 março). Num plebiscito, a maioria dos austríacos concordou com a unificação. Em maio Hitler iniciou os preparativos para conquistar a Tchecoslováquia. O pretexto era anexar a região tcheca dos Sudetos, habitada por alemães. As pretensões de Hitler geraram uma grande tensão internacional com ameaça de uma guerra européia generalizada (a Tchecoslováquia era uma democracia - a única da Europa Oriental - aliada da França e Grã-Bretanha). A crise da Tchecoslováquia foi discutida na Conferência de Munique (29-30 setembro) entre a Alemanha (Hitler), Grã-Bretanha (Chamberlain), França (Daladier) e Itália (Mussolini). A Tchecoslováquia e a URSS não foram convidadas. Os britânicos e franceses, movidos pela política de apaziguamento, cederam os Sudetos à Alemanha, em troca do compromisso de Hitler de parar com o expansionismo alemão. A Tchecoslováquia foi abandonada pelos seus aliados e, sem ter como resistir, foi forçada a concordar com as pretensões da Alemanha nazista. Foi o triunfo de Hitler e do nacionalismo alemão. Sem guerra, ele conseguiu ampliar o território e a população da Alemanha anexando importantes regiões industriais.
O confronto Japão-URSS (1939). A Manchúria e o nordeste da China estavam ocupados pelo Japão, que também possuía interesses na Mongólia – país socialista sob proteção da URSS – e na Sibéria, território soviético. Em maio de 1939 ocorreu um confronto entre tropas japonesas e mongóis em Nomonhan, na fronteira entre a Manchúria e a Mongólia. A URSS interviu com seu exército e enfrentou os japoneses em grandes e violentas batalhas nas áreas fronteiriças. Os japoneses, com perdas muito superiores às soviéticas, foram derrotados. O Incidente de Nomonhan foi decisivo para o Japão desistir de tomar territórios da URSS e evitar um novo conflito com ela, preferindo concentrar-se na guerra contra a China e a fazer planos para dominar o Sudeste Asiático e o Pacífico enfrentando as potências ocidentais. Por sua vez, mesmo vitoriosa, a URSS ficou preocupada com novos confrontos na região e adotou uma política de evitar se envolver em uma guerra na Europa, um fator que acabaria levando-a a buscar um compromisso com a Alemanha nazista.
A crise de 1939. Em 1939, a Alemanha rompeu os acordos de Munique e, junto coma Itália, prosseguiu a expansão territorial na Europa Centro-Oriental. Em 15-16 março de 1939, com apoio de Hitler, a Eslováquia ficou independente (a secessão eslovaca) e a Alemanha invadiu a República Tcheca, que foi anexada ao Terceiro Reich com o nome de Protetorado Alemão da Boêmia e Moravia. Esse fato demonstrou o fracasso da política de apaziguamento. Grã-Bretanha e França protestaram, mas nada fizeram pela restauração da soberania tcheca. No dia 21 de março Hitler exigiu territórios da Polônia e ameaçou atacá-la. Os poloneses responderam que resistiriam a qualquer invasão alemã. No dia seguinte, 22, a Alemanha anexou a cidade portuária de Memel, na Lituânia. Assustadas com as agressões alemãs e decididas a dar um basta a Hitler, no dia 31 março Grã-Bretanha e França prometeram defender a Polônia. Em abril a Itália anexou a Albânia e em 22 de maio firmou com a Alemanha o “Pacto de Aço” – o Pacto de Amizade e Ajuda Mútua, tornando obrigatória a ajuda militar de um dos países ao lado daquele que entrasse em guerra.
O Pacto de Não-Agressão Germano-Soviético (agosto 1939). Depois que a Alemanha ameaçou tomar territórios da Polônia, em março de 1939, a Grã-Bretanha e a França garantiram a independência polonesa, mas para isso esperavam contar com a ajuda da URSS. Com efeito, assustado com o expansionismo nazista no Leste europeu, Stalin propôs em abril uma aliança com os britânicos e franceses. No início de agosto, URSS, Grã-Bretanha e França começaram a negociar uma aliança anti-alemã, uma espécie de nova “Tríplice Entente”. Contudo, as desconfianças mútuas e a resistência anglo-francesa em ceder territórios na Europa Oriental para a URSS em troca de seu apoio tornaram a aliança inviável. Nesse momento, Hitler agiu e conseguiu oferecer à Stalin o que ele mais desejava – garantias de segurança para a URSS e territórios na Europa Oriental. O resultado foi a assinatura, em 23 de agosto, do Pacto de Não Agressão Germano-Soviético, também conhecido como Acordo Ribbentrop- (nome dos ministros de relações exteriores da Alemanha e da URSS). Pelo pacto, a Alemanha se comprometia em não atacar a URSS e vice-versa. Numa cláusula secreta, Hitler e Stalin decidiram dividir a Europa Oriental, inclusive a Polônia, entre os dois países. A Alemanha reconheceria o direito da URSS dominar os países bálticos (Estônia. Letônia, Lituânia), a Finlândia e a Polônia Oriental. A URSS reconheceria a dominação alemã sobre a Polônia Ocidental. Grã-Bretanha e França teriam que defender sozinhas a Polônia.
A Alemanha invade a Polônia (setembro 1939). A Alemanha invadiu a Polônia na manhã de 1 de setembro sem uma declaração formal de guerra, sob a falsa alegação de que os poloneses tinham atacado o território alemão. Ao contrário dos episódios anteriores na Tchecoslováquia e em Memel, os poloneses ofereceram resistência armada e a Alemanha e Polônia entraram em guerra. A Grã-Bretanha e França lançaram, em 2 de setembro, um ultimato exigindo a retirada alemã. Hitler desprezou o ultimato e, no dia 3 de setembro, Grã-Bretanha e França declaram guerra à Alemanha. A Segunda Guerra Mundial começava na Europa.
4-O que foi a Anschluss?
Anschlub ou Anschluss é uma palavra do idioma alemão que significa conexão ou anexação. É utilizada em História para referir-se à anexação político-militar da Áustria por parte da Alemanha em 1938. Este termo é o oposto à palavra Ausschluß, que caracteriza a exclusão de Áustria no Reino da Prússia.
5-O que se decidiu na Conferência de Munique a respeito dos Sudestos?
Assim, em setembro de 1938, Hitler, Mussolini, Chamberlain (Inglaterra) e Deladier (França) reuniram-se na Conferência de Munique e assinaram um acordo que obrigava a Tchescolováquia a ceder os Sudetos para a Alemanha.
Anschlub ou Anschluss é uma palavra do idioma alemão que significa conexão ou anexação. É utilizada em História para referir-se à anexação político-militar da Áustria por parte da Alemanha em 1938. Este termo é o oposto à palavra Ausschluß, que caracteriza a exclusão de Áustria no Reino da Prússia.
5-O que se decidiu na Conferência de Munique a respeito dos Sudestos?
Assim, em setembro de 1938, Hitler, Mussolini, Chamberlain (Inglaterra) e Deladier (França) reuniram-se na Conferência de Munique e assinaram um acordo que obrigava a Tchescolováquia a ceder os Sudetos para a Alemanha.
Ao cederem uma vez mais às exigências de Hitler, a França e a Inglaterra contribuíram tanto quanto os nazi-fascistas para o fim da paz mundial. Abandonada à sua própria sorte, a Tchoslováquia viu-se invadida pelos alemães, que inicialmente ocuparam os Sudetos e, e m março de 1939, tomaram o resto do país. Essa intervenção desrespeitou o que havia sido acertado na Conferência de Munique, afrontando seriamente a França e a Inglaterra. Os dois países finalmente decidiram oferecer-se para ajudar qualquer nação cuja integridade viesse a ser ameaçada.
PAGINA 56
1-Qual a causa imediata da Segunda Guerra Mundial?No cenário político da época, a causa imediata foi a invasão da Polônia. Inglaterra e França tinham tratados de defesa mútua com a Polônia. Ao ser invadido pela Alemanha, esse pacto foi acionado, levando à declaração de guerra por parte da Inglaterra e França.
2-Cite os principais Países europeus conquistados pelos nazistas na primeira fase da Guerra?Em toda a Europa, somente a Inglaterra e o reino unido ficaram fora da invasão nazi-fascista. Embora tenham sofrido severas perdas com os bombardeios e ataques aéreos. Não fosse a contra-ofensiva russa, após a quebra do tratado de não agressão (operação barba rosa), possivelmente a Inglaterra teria sucumbido às forças de Hitler, dessa forma, toda a Europa estaria nas mãos do führer.
Polônia, França e Renania foram os principais, alem da Romênia, Bulgária, Dinamarca e Noruega. Por fim, parte da União Soviética.
Esta Guerra levou a um mundo bipolar, dividido entre SOVIETICOS e SOCIALISTAS, alem de desenvolver a produção bélica e inserir os EUA como potencia mundial.
3-Explique o papel da Itália e do Japão nessa primeira fase e quando se formou o eixo de Berlim –Roma-Tóquio.
1-Qual a causa imediata da Segunda Guerra Mundial?No cenário político da época, a causa imediata foi a invasão da Polônia. Inglaterra e França tinham tratados de defesa mútua com a Polônia. Ao ser invadido pela Alemanha, esse pacto foi acionado, levando à declaração de guerra por parte da Inglaterra e França.
2-Cite os principais Países europeus conquistados pelos nazistas na primeira fase da Guerra?Em toda a Europa, somente a Inglaterra e o reino unido ficaram fora da invasão nazi-fascista. Embora tenham sofrido severas perdas com os bombardeios e ataques aéreos. Não fosse a contra-ofensiva russa, após a quebra do tratado de não agressão (operação barba rosa), possivelmente a Inglaterra teria sucumbido às forças de Hitler, dessa forma, toda a Europa estaria nas mãos do führer.
Polônia, França e Renania foram os principais, alem da Romênia, Bulgária, Dinamarca e Noruega. Por fim, parte da União Soviética.
Esta Guerra levou a um mundo bipolar, dividido entre SOVIETICOS e SOCIALISTAS, alem de desenvolver a produção bélica e inserir os EUA como potencia mundial.
3-Explique o papel da Itália e do Japão nessa primeira fase e quando se formou o eixo de Berlim –Roma-Tóquio.
Assim, em agosto de 1939, a Alemanha de Hitler e a União Soviética de Stálin firmaram entre si um pacto de não guerra, que estabelecia, secretamente, a partilha do território polonês entre as duas nações. Com o sinal verde dado por Stálin, Hitler sentiu-se à vontade para agir. Em 1º de setembro de 1939, invadiu a Polônia e por meio de uma ataque rápido e violentíssimo, liquidou-a em pouco mais de três semanas. Dois dias depois da invasão, Inglaterra e França declararam guerra à Alemanha. Era o começo da Segunda Guerra Mundial, que terminaria seis anos depois. A Segunda Grande Guerra, como movimento armado, apresentou duas grandes fases:
Primeira fase (1939-1942). Caracterizou-se por uma rápida expansão, assinalada por importantes conquistas das forças do Eixo. Desde o início do conflito, os alemães assombraram o mundo pondo um prática a Blitzkrieg (guerra-relâmpago) que consistia numa série de ataques rápidos e simultâneos desfechados por canhões de longo alcance, tanques blindados (panzers) e pela Força Aérea Alemã, a Luftwaffe. Foi por meio da blitzkrieg que a Alemanha abateu a Polônia e, em seguida, anexou a porção ocidental do país. A parte oriental, tal como havia sido combinado anteriormente, ficou para a União Soviética.
4-Comente os acontecimentos que alteraram os rumos da guerra,em 1941.No início de 1941, tudo parecia indicar que o domínio nazista sobre a Europa se consolidaria. Não havia nenhum adversário com força suficiente para impedi-lo. Entretanto, dois fatos ocorridos no final desse ano alteraram profundamente os rumos da Segunda Guerra Mundial. A Ambição de Hitler fez com ele passasse por sobre o tratado de não-agressão firmado com os soviéticos. O ditador alemão queria apossar do imenso território e das riquezas naturais soviéticos. A invasão começou e maio de 1941. Hitler acreditou que conquistaria rapidamente a União Soviética. No começo da campanha, parecia que isso iria acontecer. Em três meses, os alemães se apoderaram de uma enorme parte do território e chegaram às portas de Moscou, a capital soviética. A dura e longa batalha de Stalingrado marcou a grande virada na guerra. Pela primeira vez, um marechal alemão foi mito da invencibilidade militar dos alemães. Um outro fato que contribuiu para mudar os rumos da guerra foi a entrada dos Estados Unidos no conflito, ao lado da forças aliadas. Da mesma maneira que a Alemanha e a Itália, o Japão também alimentava sonhos expansionistas. Dotado de uma poderosa esquadra, investiu contra várias áreas no Sudeste Asiático. Desde o século passado, os EUA tinham grandes interesses econômicos nessa região. O avanço japonês alterava o equilíbrio de forças na região. Diante disso, os EUA tomaram medidas que prejudicaram a economia japonesa. A resposta veio em 7 de dezembro de 1941.
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1- Quais foram os dois blocos formados durante a Segunda Guerra a partir da entrada de forças da União Soviética e dos Estados Unidos? Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância : a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.
2-Qual a importância da batalha de Stalingrado?
A Batalha de Estalinegrado (ou Stalingrado) foi um ponto de mudança na Segunda Guerra Mundial, e é considerada uma das batalhas mais violentas da história. A batalha foi marcada pela sua brutalidade e pelo desrespeito por baixas civis em ambos os lados. A batalha inclui o ataque Alemão na cidade do sul da Rússia, Estalinegrado (hoje Volgogrado), a batalha dentro da cidade, e a contra-ofensiva Soviética que eventualmente emboscou e destruiu as forças Alemãs e do Eixo dentro e à volta da cidade. O total das baixas em ambos os lados é estimado em cerca de dois milhões de pessoas, incluindo civis. As forças do Eixo perderam um quarto do total dos seus homens na Frente de Este, e nunca se recuperaram da derrota. Para os soviéticos, que perderam mais de um milhão de soldados e de civis durante a batalha, a vitória em Estalinegrado marcou o início da libertação da União Soviética, culminando com a vitória sobre a Alemanha Nazi em 1945.
3-Oque foi o Dia D e qual a sua importância?A luta na frente norte teve início em junho de 1944. Milhares de soldados aliados desembarcaram na Normandia, no norte da França. Essa manobra militar ficaria conhecida como o Dia D. 4- Sintetize a rendição alemã.
A primeira grande capitulação de uma grande formação do exército alemão aconteceu no dia 4 de maio de 1945. O marechal de campo britânico Bernard Montgomery recebeu a rendição parcial do almirante Hans Georg von Friedeburg.
A intenção de Friedeburg era possibilitar ao maior número de alemães, tanto soldados quanto civis, a fuga para o Ocidente. Foi assim que surgiu a situação em que um comandante suplicou ao inimigo que o tornasse prisioneiro, para assim escapar de outro inimigo.
Montgomery aceitou a rendição, mas descreveu mais tarde, de maneira descontraída, que deixou o almirante alemão esperando por um longo tempo.
A primeira capitulação em Lüneburg se estendeu a todos os soldados que combatiam ao Norte e ao Oeste do país, mas não para toda a Wehrmacht. Esta outra rendição foi recebida pelo general Dwight D. Eisenhower (EUA), em Reims, na França. Novamente Friedeburg foi o encarregado das negociações, e fez a seguinte oferta: os alemães continuariam resistindo no Leste, se o Ocidente estivesse disposto a uma paz moderada
5- Como terminou a Guerra no Extremo Oriente .A irrupção da guerra na Europa parecia, à primeira vista, proporcionar ao Japão uma oportunidade tradicionalmente favorável às suas ambições. No último meio século sua política constante fôra tirar proveito das dificuldades das potências européias para consolidar e estender sua posição no continente asiático. Um novo conflito, que absorvia todas as energias do Ocidente parecia ser a melhor garantia contra qualquer interferência eficaz nas atividades do Japão no Oriente.
Essas atividades eram agora orientadas para fins extremamente ambiciosos. Quando o Japão começou a desempenhar um papel nos negócios mundiais, no fim do século XIX, seu primeiro desejo foi proteger seus interesses essenciais contra a onda do imperialismo europeu, que se estendia rapidamente. Isto levou-o automaticamente a um imperialismo próprio, pois tal proteção parecia requerer a criação de uma esfera de influência - na realidade um Lebensraum japonês no continente vizinho. Mas, a partir de 1920, isto já era demasiado modesto para o espírito japonês, e o conceito de uma missão civilizadora especial apossara-se da imaginação dos mais ardentes nacionalistas nipônicos. "Está agora perfeitamente claro", escreveu um deles, "que a salvação de toda a raça humana constitui a missão de nosso império. As nações acham-se agora em uma situação de desordem. Se toda a raça humana observasse a virtude de nosso Imperador e viesse viver sob essa influência, então o futuro da humanidade seria iluminado".
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1- Quais foram os dois blocos formados durante a Segunda Guerra a partir da entrada de forças da União Soviética e dos Estados Unidos? Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância : a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.
2-Qual a importância da batalha de Stalingrado?
A Batalha de Estalinegrado (ou Stalingrado) foi um ponto de mudança na Segunda Guerra Mundial, e é considerada uma das batalhas mais violentas da história. A batalha foi marcada pela sua brutalidade e pelo desrespeito por baixas civis em ambos os lados. A batalha inclui o ataque Alemão na cidade do sul da Rússia, Estalinegrado (hoje Volgogrado), a batalha dentro da cidade, e a contra-ofensiva Soviética que eventualmente emboscou e destruiu as forças Alemãs e do Eixo dentro e à volta da cidade. O total das baixas em ambos os lados é estimado em cerca de dois milhões de pessoas, incluindo civis. As forças do Eixo perderam um quarto do total dos seus homens na Frente de Este, e nunca se recuperaram da derrota. Para os soviéticos, que perderam mais de um milhão de soldados e de civis durante a batalha, a vitória em Estalinegrado marcou o início da libertação da União Soviética, culminando com a vitória sobre a Alemanha Nazi em 1945.
3-Oque foi o Dia D e qual a sua importância?A luta na frente norte teve início em junho de 1944. Milhares de soldados aliados desembarcaram na Normandia, no norte da França. Essa manobra militar ficaria conhecida como o Dia D. 4- Sintetize a rendição alemã.
A primeira grande capitulação de uma grande formação do exército alemão aconteceu no dia 4 de maio de 1945. O marechal de campo britânico Bernard Montgomery recebeu a rendição parcial do almirante Hans Georg von Friedeburg.
A intenção de Friedeburg era possibilitar ao maior número de alemães, tanto soldados quanto civis, a fuga para o Ocidente. Foi assim que surgiu a situação em que um comandante suplicou ao inimigo que o tornasse prisioneiro, para assim escapar de outro inimigo.
Montgomery aceitou a rendição, mas descreveu mais tarde, de maneira descontraída, que deixou o almirante alemão esperando por um longo tempo.
A primeira capitulação em Lüneburg se estendeu a todos os soldados que combatiam ao Norte e ao Oeste do país, mas não para toda a Wehrmacht. Esta outra rendição foi recebida pelo general Dwight D. Eisenhower (EUA), em Reims, na França. Novamente Friedeburg foi o encarregado das negociações, e fez a seguinte oferta: os alemães continuariam resistindo no Leste, se o Ocidente estivesse disposto a uma paz moderada
5- Como terminou a Guerra no Extremo Oriente .A irrupção da guerra na Europa parecia, à primeira vista, proporcionar ao Japão uma oportunidade tradicionalmente favorável às suas ambições. No último meio século sua política constante fôra tirar proveito das dificuldades das potências européias para consolidar e estender sua posição no continente asiático. Um novo conflito, que absorvia todas as energias do Ocidente parecia ser a melhor garantia contra qualquer interferência eficaz nas atividades do Japão no Oriente.
Essas atividades eram agora orientadas para fins extremamente ambiciosos. Quando o Japão começou a desempenhar um papel nos negócios mundiais, no fim do século XIX, seu primeiro desejo foi proteger seus interesses essenciais contra a onda do imperialismo europeu, que se estendia rapidamente. Isto levou-o automaticamente a um imperialismo próprio, pois tal proteção parecia requerer a criação de uma esfera de influência - na realidade um Lebensraum japonês no continente vizinho. Mas, a partir de 1920, isto já era demasiado modesto para o espírito japonês, e o conceito de uma missão civilizadora especial apossara-se da imaginação dos mais ardentes nacionalistas nipônicos. "Está agora perfeitamente claro", escreveu um deles, "que a salvação de toda a raça humana constitui a missão de nosso império. As nações acham-se agora em uma situação de desordem. Se toda a raça humana observasse a virtude de nosso Imperador e viesse viver sob essa influência, então o futuro da humanidade seria iluminado".
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